Gosto da ideia de que, em um instante, conseguiríamos capturar algo que venha a se tornar bonito porem perene (o material polaroide) assim como nos e tudo que criamos.
Cartola deve (como reza a lenda) ter tido motivos familiares para criar esses versos, mas em meu coração sempre os imagino (os versos...) falando dos primeiros impulsos da vida, quando, jovens, tomamos o rumo que nossos sentimentos pedem. Às vezes sem muita lógica, outras vezes sem muita certeza, mas sempre são impulsos apaixonados e plenos de vigor. Por isso gosto dos primeiros versos e faço de conta que não dou atenção ao complemento da história, que diz que “o mundo é um moinho e que vai triturar teus sonhos tão mesquinhos...”. É, a vida é assim mesmo, tomamos decisões em segundos (polaróides), pelas quais vamos responder pelo resto dela. E tudo pode ser tão intenso por causa disso.
Sendo o clichê, do clichê, discordo: Apaixonamentos deveriam ser como diamantes - eternos
ResponderExcluirGosto da ideia de que, em um instante, conseguiríamos capturar algo que venha a se tornar bonito porem perene (o material polaroide) assim como nos e tudo que criamos.
ResponderExcluirAinda é cedo, amor
ResponderExcluirMal começaste a conhecer a vida
Já anuncias a hora de partida
Sem saber mesmo o rumo que irás tomar...
Cartola deve (como reza a lenda) ter tido motivos familiares para criar esses versos, mas em meu coração sempre os imagino (os versos...) falando dos primeiros impulsos da vida, quando, jovens, tomamos o rumo que nossos sentimentos pedem. Às vezes sem muita lógica, outras vezes sem muita certeza, mas sempre são impulsos apaixonados e plenos de vigor. Por isso gosto dos primeiros versos e faço de conta que não dou atenção ao complemento da história, que diz que “o mundo é um moinho e que vai triturar teus sonhos tão mesquinhos...”. É, a vida é assim mesmo, tomamos decisões em segundos (polaróides), pelas quais vamos responder pelo resto dela. E tudo pode ser tão intenso por causa disso.